Leila Manhães revela pratos que ficaram de fora do reality “Chef de Alto Nível”

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A participação da macaense Leila Manhães no “Chef de Alto Nível”, reality culinário da TV Globo, chegou ao fim. Mas a chef e nutricionista de 27 anos ainda tem um trabalho extenso de muitas receitas para apresentar, com um trabalho marcado por referências afro-indígenas, saberes ancestrais e combinações criativas. Valorizando a culinária brasileira, ela planejou muitas combinações que são a cara do nosso país: Moqueca de coco verde, quindim de laranja e sanduíche de camarão empanado com vinagrete de caju e maionese de dendê são algumas, mas que agora irá mostrar em um outro formato. O público também poderá começar a acompanhar suas criações gastronômicas pelo Instagram, em @leila.manhaes

E pra quem ficou com água na boca só de imaginar essas combinações, a boa notícia é que ainda há muito por vir: Leila já está envolvida em novos projetos, incluindo um documentário gastronômico que está sendo gravado em Belém do Pará, onde participa da produção de um documentário sobre a importância mandioca na gastronomia brasileira, além de um curso próprio de gastronomia no Mulheres de Pedra, espaço cultural na Zona Oeste do Rio. 

“Também estou gravando criações para a minha rede social, com pratos autorais inspirados em livros, histórias e vivências. As pessoas podem esperar uma forma diferente de cozinhar, de criar pratos. E também vão continuar me vendo por aí, viajando, cozinhando em outros lugares e conhecendo outras culturas e culinárias”, Leila conta.

Fincando as raízes no que ela acredita e vive, a chef visa apresentar outras criações que traduzem sua identidade gastronômica, como seu arroz jollof, bolo de cocada com mel verde e massa fresca com queijo e goiabada.  

E não foi apenas na cozinha que Leila mostrou sua personalidade. Durante sua participação no “Chef de Alto Nível”, a chef também chamou atenção pelo carisma e bom humor, que renderam até uma paródia dedicada ao chef Alex Atala, um dos jurados da competição, ao som do sucesso “Sorria”, do grupo Os Travessos.

Ao avaliar sua passagem pelo reality, Leila reconhece seu maior desafio: “O maior aprendizado é que a pressa é, literalmente, inimiga da perfeição.”

Se no “Chef de Alto Nível” o tempo foi um dos maiores desafios, agora Leila poderá explorar suas criações em outro ritmo. Sem o cronômetro da competição, a chef pretende continuar experimentando ingredientes, descobrindo sabores e transformando suas referências culturais em novas receitas.

Natural de Macaé, Leila começou sua relação com a cozinha ainda na infância, quando ajudava o pai a preparar salgados para vender nas comunidades da cidade. Antes de se dedicar profissionalmente à gastronomia, trabalhou na área administrativa, mas foi na cozinha que encontrou a possibilidade de explorar seu lado criativo. “Na cozinha eu consigo criar. Gosto muito dessa parte criativa, de relacionar algumas vivências com ideias e transformar aquilo em um prato”, conta.

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