
A data-base dos jornalistas de rádio e TV é 1º de março no Estado do Rio. Mesmo assim, até agora, não há qualquer informação clara sobre negociação da campanha salarial de 2026.
A situação dos colegas de jornais e revistas é ainda mais grave: a última Convenção Coletiva é de 2018/2019. Ou seja, há anos sem qualquer atualização de salários e direitos.
E o problema é ainda maior desde a Reforma Trabalhista.
Com a reforma de 2017, acabou a ultratividade das convenções e acordos coletivos.
Isso significa que, quando um acordo ou convenção vence, suas cláusulas deixam de ter validade automaticamente.
Na prática, isso quer dizer que a categoria pode ficar sem garantias mínimas, como reajustes, benefícios e condições de trabalho que antes estavam asseguradas em instrumentos coletivos.
Sabemos que hoje não existe sindicato patronal organizado para negociar a convenção coletiva dos jornalistas de jornais e revistas. Mas isso não pode ser motivo para inércia.
O Sindicato dos Jornalistas do Estado do Rio poderia — e deveria — buscar Acordos Coletivos diretamente com as empresas, garantindo ao menos algum nível de proteção e negociação para os profissionais.
A categoria precisa de:
negociação salarial
atualização das convenções
defesa real dos direitos dos jornalistas
A pergunta é simples: Qual é o plano do SJPRJ para a Campanha Salarial de 2026?
O silêncio não representa a categoria.
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