Depressão em crianças: fique alerta!

Foto: Divulgação

A depressão vem se apresentando como o mal do século e falar sobre isso pode contribuir muito para a desmistificação dessa doença que acomete muitas famílias brasileiras.

Uma doença grave, que se não for tratada adequadamente pode comprometer o dia a dia e a qualidade de vida de que a tem. A depressão pode atingir crianças, adolescentes e até bebês. Sua apresentação nestes casos não é igual a dos adultos, portanto é preciso observar principalmente as mudanças de comportamento.

A maioria das pessoas acha que bebês não têm depressão. Mas eles a têm. Em sua maioria é fruto da depressão materna e/ou ligada à mente dos pais. Pai e mãe depressivos podem influenciar os bebês, que podem se tornar igualmente depressivos.

A criança tem grande dificuldade para expressar que está deprimida. Alguns aspectos do comportamento infantil podem revelar que a depressão está instalada, uma vez que normalmente são bastante ativas, exploram ambientes e coisas novas, e quando estão sofrendo de depressão tendem a ficarem quietas, paradas, agressivas, com muito medo de separar-se das pessoas que lhe servem de referência, como o pai, a mãe ou o cuidador.

O adolescente deprimido age como se a melhor forma de defesa fosse o ataque. Portanto tornam-se pessoas agressivas, com comportamentos extremos de tristeza e euforia, e demonstram desinteresse pela escola, pelos amigos e família.

A depressão quase sempre se desenvolve pela dificuldade nos processos de perdas, e pais e responsáveis precisam estar atentos, acompanhar e observar as mudanças de comportamento e os sinais de que as crianças e adolescentes estão deprimidas.

Ter filhos deprimidos não é vergonha, nem incapacidade de criação. Cada pessoa reage às situações da vida de sua forma própria, e às vezes, as crianças e adolescentes não sabem bem como lidar com as dificuldades que lhes são apresentadas.

Em caso de dúvidas, procure um profissional de sua confiança para conversar sobre essa psicopatologia que cada vez mais está instalada nas famílias brasileiras.

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