Fila Indiana

Foto: Divulgação

Não julgueis, para que não sejais julgados.

Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir também.

Olá, amigos. Vamos refletir?

Outro dia li um texto bastante inspirativo de um amigo. As palavras dele me fizeram refletir sobre o olhar que temos sobre os outros.

O texto era mais ou menos assim:

Creio que boa parte dos seres humanos caminha pela vida em Fila Indiana, onde cada um carrega uma mochila na frente e outra atrás. Na mochila da frente colocam suas qualidades, talentos e pontos fortes. Já na mochila de trás, guardam seus incômodos, defeitos e pontos fracos.

Durante a grande jornada da vida as pessoas mantêm o foco em suas virtudes, ou seja, na mochila presa ao peito. Porém, reparam impiedosamente nas costas daquele que está adiante, na mochila com os “defeitos” que cada pessoa possui.

E por caminharem assim, em Fila Indiana, Cada um acaba julgando-se bem melhor do que aquele que está à sua frente. Mas notem... quando fazem isso não percebem que a pessoa andando atrás pensa a mesma coisa.

Esse era o texto do meu amigo.

Pois bem. Nós sabemos que lidar com as pessoas, com os diferentes de nós, não é uma tarefa simples. Contudo, não existe aprendizagem melhor do que observarmos a nós mesmos, fazendo autocrítica; algo que exige equilíbrio, determinação e disciplina.

Esse desafio começa na própria essência do ser humano, com algumas características bem interessantes.

Um exemplo?

Temos a tendência de julgar os outros por suas ações e a nós mesmos pelas intenções, usando, assim, nossas boas intenções para justificar nossos erros e amenizar resultados negativos.

Então. Quem é você? Quais são seus pontos fortes e pontos fracos? O que você pode fazer para potencializar seus pontos fortes e melhorar pontos fracos?

Vale parar e refletir sobre o que estamos observando de nós mesmos na máxima bíblica do Sermão da Montanha:

“E por que reparas tu no cisco que está no olho do teu irmão, e não vês a trave que está no teu olho? Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o cisco do teu olho, estando uma trave no teu? Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então cuidarás em tirar o cisco do olho do teu irmão”.

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