Scooters elétricas estão conquistando o público em geral

Foto: Divulgação

Com preço do litro da gasolina passando dos R$ 7, os brasileiros estão buscando alternativas viáveis para conseguir se locomover por aí. Uma solução prá lá de viável que vem conquistando os brasileiros e que parece ser o futuro da mobilidade urbana é o surgimento dos veículos elétricos, principalmente as scooters.

Além de garantir agilidade e eficiência na locomoção diária, uma scooter elétrica tem baixa manutenção, a recarga da bateria custa menos do que a média das passagens de transporte público no Brasil e ainda não polui o meio ambiente. Na verdade, a scooter é similar a uma motocicleta convencional, cujo motor funciona a base de bateria, como a de um celular, mas em maior proporção.

Indicada para pequenos ou médios deslocamentos, as scooters estão sendo uma realidade na mobilidade urbana atual. Dentre as vantagens de se ter uma scooter estão a redução dos custos, já que não há necessidade de pagamento de IPVA nem de consumo de gasolina; não agride o meio ambiente; é silenciosa, fácil de pilotar e garante agilidade no trânsito, além de não precisar de documentação especial e nem do condutor possuir Carteira Nacional de Habilitação.

Uma das empresas que estão no mercado vendendo veículos elétricos é a C-Mobi Soluções em Mobilidade Elétrica, que nasceu com o objetivo de conectar as pessoas à futura realidade da Mobilidade Urbana: um trânsito limpo, com Veículos Elétricos e sem agressões ao meio ambiente.

Na opinião dos empresários Gabriel Bueno e Francis Doria a principal vantagem de se ter uma scooter elétrica está relacionada à economia. “Diríamos que 90% dos nossos clientes compram as Scooters com o objetivo de economizar no combustível. Com a gasolina beirando R$7, fica insustentável o deslocamento utilizando veículos com motor à combustão. Uma pergunta que sempre nos fazem é se consome muita energia para carregar a bateria. Em média, gasta-se R$1,08 para recarregar uma bateria com autonomia de 50km, ou seja, com apenas R$1,08 é possível rodar 50km”, explicou Gabriel.

Além das Scooters, a C-Mobi também vende Patinetes Elétricos. “Estamos vendendo bem os dois veículos, principalmente as scooters. Por conta do intenso movimento pendular presente na região, muitas pessoas adquirem para ir ao trabalho. Com isso, economizam no combustível e também não enfrentam o intenso congestionamento em horários de pico”, declarou Francis.

Os interessados podem entrar em contato com a C-Mobi pelo WhatsApp (22) 99973-0211 que a empresa apresenta o catálogo com uma scooter ideal para atender a sua necessidade. “Entregamos em todos os estados do país. Em geral, residentes de Rio das Ostras, Macaé, Cabo Frio, Búzios e São Pedro da Aldeia representam uma quantidade significativa de nossos clientes”, contou Gabriel lembrando que a loja de Rio das Ostras fica na Alameda Casimiro de Abreu, 214, Loja 01, Nova Esperança.

SCOOTER ELÉTRICA: QUANDO E ONDE SURGIU?
O que parece ser uma novidade, na verdade, o conceito dos veículos elétricos, sobretudo de duas rodas é bem antigo. Tudo começou no fim do século 19 com as bicicletas elétricas, em meados de 1895.

As primeiras patentes foram lançadas a partir de modelo sem engrenagens e com motor que alcança 100 amperes de uma bateria de 10 volts.

Posteriormente, foi inventado um modelo de bicicleta elétrica cuja utilização era através de dois motores. Nos anos 90, foram inventados os sensores de torque e controladores de potência.

Com o início da era da tecnologia, o mercado da bicicleta elétrica se expandiu graças à redução do preço dos componentes e o surgimento de novas tecnologias, inclusive com inovações na carga da bateria, como energia do movimento e solar.

Atualmente, a bicicleta elétrica é um mercado em expansão com grandes indústrias pelo mundo e, em 2009, foi estimada a existência de 200 mil bicicletas elétricas pelos Estados Unidos.

Na Alemanha, a produção ultrapassa a marca de 400 mil unidades.

No Brasil, o mercado ainda está em desenvolvimento e a maioria dos modelos presentes é importada, apesar de haver alguns locais que fabricam bicicletas nacionais

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