Ação cobrou vacina para todos, lockdown e auxílio emergencial até o final da pandemia

Foto: Divulgação

Dia 24 de março o Sindicato dos Professores de Macaé e Região participou do Dia Nacional de Alerta em defesa da educação escolar básica pública e se somou ao Lockdown Nacional da classe trabalhadora, ao “Fora Bolsonaro”, chamado pelas centrais sindicais e movimentos sociais, vacina para todos urgentemente, preservação do emprego e auxílio emergencial de R$ 600 até que cesse a pandemia.

O Sinpro Macaé e Região reafirmou a campanha em defesa da vida, que vem desenvolvendo desde o início de 2020, cobrou a vacina para todos com caráter de urgência aos trabalhadores do setor da educação, já que a pressão para a volta das aulas presenciais continua mesmo diante do pior momento da pandemia do Coronavírus, que amarga mais de 3 mil vidas diariamente.

Outa pauta das reivindicações é a luta contra a Reforma Administrativa do governo Bolsonaro - Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 32/20, que pretende desvalorizar servidores públicos e acabar com os serviços estatais, abrindo brechas para apadrinhamentos e corrupção, prejudicando diretamente a sociedade.

“A direção do Sinpro Macaé e Região ressalta que a falta das políticas sanitárias e econômicas obriga a classe trabalhadora a ir para as ruas em busca de dinheiro para sobreviver e ,com isso, se aglomera nos locais de trabalho, no transporte coletivo, nas estações de trem e metrô e nos terminais e pontos de ônibus, ficando expostas à contaminação e morte. A verdade é que Bolsonaro não liga para a vida dos brasileiros, para os trabalhadores, que são obrigados a pegar transporte público lotado, se expondo a Covid-19, por que não podem ficar em casa, senão passam fome, por falta de ajuda do governo federal”, critica e afirma a presidente do Sinpro Guilhermina Rocha.

Rio das Ostras e cidades vizinhas, junto com todo o Brasil, vivem seus piores momentos desde o início da pandemia tendo 100% dos seus leitos clínicos e de UTI, dos sistemas público e privado de saúde ocupados. Mesmo assim, os decretos flexibilizam o retorno das aulas preseciais dependendo da bandeira.

Hoje, os oito municípios da área de abrangência do Sinpro estão na bandeira vermelha e o empresário dono de escola insiste em não respeitar o isolamento social, colocando crianças, jovens e professores no mesmo espaço. Por isso, o ato foi tão importante.

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