Por que não se deve mentir no currículo

Foto: Divulgação
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Ultimamente vimos uma situação, na esfera federal, em que mentir na hora de apresentar o seu currículo não é um bom negócio. Para não passar por situações constrangedoras como a do ministro Carlos Alberto Decotelli, que nem chegou a tomar posse do cargo, segue algumas dicas de como montar o seu currículo.

É bom lembrar que, caso você esteja pleiteando uma vaga no mercado de trabalho, profissionais com experiência em Recursos Humanos têm muita facilidade em encontrar inconsistências nas apresentações. Não adianta inventar aptidões na busca da vaga porque a emenda pode sair pior que o soneto. Não se esqueça que o currículo é o seu cartão de visita.

Valor salarial
Há quem minta sobre o salário anterior como forma de se valorizar e tentar uma negociação por um valor maior no próximo emprego. É melhor não fazer isso porque há uma média salarial para cada cargo e quem seleciona sabe disso.

Idiomas
Na primeira prova escrita ou entrevista oral já se nota a diferença entre o real e o que se conta no currículo”. É aconselhavél ser claro quanto às habilidades linguísticas, afinal, há vagas em que não é necessário o inglês.

Universidade
Como forma de status, candidatos mentem sobre a universidade em que se graduaram ou falam sobre MBAs, doutorados e outros títulos que não têm efetivamente. Há cargos que exigem formação específica, mas o importante é poder comprovar o conhecimento. Para muitas empresas, onde o candidato cursou a faculdade não é um ponto decisório, experiência e conhecimento podem contar mais.

Demissão
Não existe problema em dizer que foi demitido. É algo até considerado normal e pode acontecer por uma série de razões. O que se deve evitar é falar mal da empresa anterior, mesmo que a demissão não tenha sido amigável. Tentar atacar o antigo empregador só gera dúvidas ao selecionador sobre o caráter do candidato. O melhor é ser direto e sutil sobre o motivo da demissão.

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